III Transgressão: Poética da Existência (revisitado)

“Transgressão: Poética da Existência” é um evento de exibição de documentário que envolve a vida e obra de poetas inquietos e seus movimentos de resistência. Nessa terceira edição, segue o mesmo pensamento: Não haverá Mesa Redonda para a discussão ou reflexão do filme. A proposta dessa exibição é também uma tentativa de romper com a concepção de que é necessário um mediador para formar opiniões sobre os conteúdos que podem ser explorados do filme.

Data: 27/02 (quinta)
Horário: 19h30
Local: Auditório da UFMT/CUR

Exibição do documentário:
“Fernando Lemos – Atrás da Imagem” – 55 min – Direção: Guilherme Coelho

Sinopse:

Um encontro com a vida e a obra de Fernando Lemos, fotógrafo, pintor, desenhista, artista gráfico e poeta português radicado há 50 anos no Brasil, para onde veio fugindo da ditadura de Salazar. Uma exploração de sua história e política, influências, visão artística e incrível acervo de obras.

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Um Solstício… Ao Luar?

Em agosto de 2012, iniciou-se uma tempestade de suco gástrico em pequenas gotas de lilás. Era o começo de um frio antes das sombras desfalecerem subitamente. Estava em êxtase à procura de algo acima do real e o primeiro passo foi desvelar as sinfonias do caos intitulado de “Escarro Primaveral”.

Em janeiro de 2013 foi concluído! Todos os elementos alquímicos à base do inusitado e do sinestésico foram colocados em uma fôrma de papel e pré-aquecido com o simbólico em sintonia com a poesia. Os pingos de sangue presentes na escrita oferecem a subversão do universo onírico para criar uma nova proposta, na qual estão à espera de uma interpretação. Ou não.

A poética ganha uma nova respiração e é elevada ao inexprimível para atingir algo que não desaparece, não se vê e, no entanto, está presente. A Estética encontra na necessidade de desenhar a nova alvorada, uma forma de estar inserido em um Buraco Negro e de vislumbrar todas as cores explosivas.

 Foram criados 66 monumentos lapidados com a dedicação de nunca esconder a bandeira da imaginação. O livro estava pronto e isso tornou os dias mais profundos. Era o Solstício que precisava de um molho especial. Da mesma maneira que existe macarrão à bolonhesa, o Solstício foi temperado com as fragrâncias da lua e com o mistério de Plutão.

Sendo assim, “Solstício ao Luar” é o nome do meu primeiro livro, publicado em dezembro de 2013 pela editora carioca Multifoco. É a jornada no plano dos sonhos para receber de braços abertos e sortidos, os caminhos ao âmago que anoitece na claridade de uma borboleta. Com isso, todos que buscam de maneira explosiva, os absintos do coração, estão convidados para conhecer e ler o livro.

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